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Receita: Sonhos assados de laranja

Sonhos assados de laranja

Ingredientes

Massa
1 tablete de fermento biológico (15g)
1 colher (sopa) de adoçante culinário
1/2 xícara (chá) de suco pronto sabor laranja com soja morno
2 ½ xícaras (chá) de farinha de trigo
6 colheres (sopa) de creme vegetal
2 ovos
1/2 colher (chá) de sal

Recheio
5 colheres (sopa) de amido de milho
2 xícaras (chá) de suco pronto sabor laranja com soja morno
1 colher (sopa) de adoçante culinário
2 colheres (sopa) de creme vegetal

Para untar: creme vegetal
Para pincelar: 1 ovo batido
Para polvilhar: 2 colheres (sopa) de adoçante culinário

Modo de preparo

Massa
Em uma tigela, esfarele o fermento, junte o adoçante e misture até ficar líquido. Adicione o suco sabor laranja e 1/2 xícara (chá) de farinha. Misture, cubra e deixe crescer por 10 minutos. Acrescente o creme vegetal, os ovos e o sal, e misture até ficar pastoso. Adicione aos poucos a farinha restante e amasse até soltar das mãos. Enfarinhe uma superfície seca, coloque a massa e sove até ficar lisa e homogênea. Cubra e deixe crescer por 30 minutos ou até dobrar de volume.

Recheio
Em uma panela, dissolva o amido de milho no suco sabor laranja. Junte o adoçante e leve ao fogo médio, mexendo sempre, até engrossar. Acrescente o creme vegetal e misture rapidamente até ficar homogêneo. Reserve.

Montagem
Unte uma assadeira grande (40 x 28 cm). Reserve. Divida a massa em 20 partes iguais e modele no formato de bolas. Arrume-as na assadeira reservada, deixando um pequeno espaço entre elas. Cubra a assadeira e deixe crescer por 30 minutos ou até as bolas de massa dobrarem de volume. Preaqueça o forno em temperatura média (180°C). Pincele os sonhos e leve ao forno por 20 minutos ou até dourarem levemente. Desenforme morno e deixe esfriar. Corte os sonhos ao meio sem separar as partes e distribua um pouco de recheio em cada um. Arrume-os em uma travessa e polvilhe o adoçante. Sirva em seguida.

Sugestão da Ades, Maizena e Becel

Secretária encomenda dentadura com aparelho para ficar mais jovem

Para deixar a dentadura com uma aparência mais natural, uma secretária de 42 anos, que mora em Campo Grande, resolveu colocar um aparelho ortodôntico. Ela contou ao G1 que trabalha em um consultório dentário e que foi o seu próprio patrão quem fez o serviço. A ideia agradou outras pacientes que também quiseram aderir à “dentadura estilizada”.

O dentista afirmou que o artificio de caracterização melhorou a autoestima da funcionária. A secretária, que não quis ter o nome divulgado, afirmou que usa dentadura há vários anos para substituir os dentes superiores, mas que sempre teve vergonha de usar.

“Um dia eu vi o aparelho no consultório e pensei: bem que eu podia colocar um desses para disfarçar a dentadura. Então, eu perguntei para o meu patrão se dava para colocar o aparelho e ele respondeu que ia tentar. Fiquei muito feliz quando a vi pronta”, conta.

A secretária relatou ainda que a dentadura estilizada até mudou a aparência dela. “Eu fiquei mais jovem e até o meu rosto ficou mais vistoso.” Ela usou o acessório por aproximadamente um ano e deixou de usá-lo há poucos meses, quando trocou a dentadura por uma nova.

Além da dentadura, ela também colocou aparelho nos dentes inferiores, que são naturais. “Usava borrachinhas coloridas todo o mês. Quando tirei, as pessoas me perguntavam quanto tempo eu tinha usado aparelho. Elas nem perceberam que era uma dentadura”, brinca a secretária.

Sem restrições

Segundo o presidente do Conselho Regional de Odontologia de Mato Grosso do Sul (CRO-MS), Francisco Grilo, não existe nenhum tipo de impedimento para esse tipo de prática e procedimentos similares são até comuns nos consultórios odontológicos.

“O objetivo da odontologia, além da questão da saúde bucal do paciente, é melhorar a autoestima dele. Então, se ele quer deixar a prótese total que usa com ar mais natural, e pede para simular uma restauração de cárie ou mesmo deixar os dentes mais amarelados, como se tivessem sido afetados pelo fumo, isso é feito. É aplicada amálgama no caso da restauração e uma resina, no caso do fumo. É um truque, como no caso do aparelho”, explica.

O presidente do CRO-MS diz ainda que na odontologia esse tipo de procedimento nas próteses tem até um nome específico, caracterização de prótese total, e que existem, inclusive, profissionais da área se dedicando quase que exclusivamente para desenvolver novos produtos para tornar cada vez mais natural o aspecto das dentaduras. “Já existe até resina para a gengiva da prótese”, conclui Grilo.

Proteja o ouvido do seu cão

Na hora de dar banho em seu cãozinho, proteja bem as orelhas dele com um rolinho de algodão, evitando que entre água no ouvido. Ah! Enxágue o animal até retirar todo o xampu, aplique condicionador no pelo e deixe agir por alguns minutos.

Livre-se da dor de cabeça

Se a dor de cabeça não lhe deixa dormir, pegue um copo com água, coloque algumas gotas de essência de lavanda e alecrim. Na hora de dormir, deixe o copo perto da cama. O cheirinho bom ajuda a dor a passar.

Toque especial à gelatina

Ao fazer gelatina, substitua um copo de água por refrigerante de guaraná ou por um copo de leite. O sabor da sobremesa ficará mais acentuado. Uma delícia!

Stress no trabalho é risco crescente para a saúde pública

O stress no ambiente de trabalho tem feito com que cada vez mais profissionais recorram à ajuda médica – e essa já vem se tornando uma questão de saúde pública. É o que mostra um estudo de economistas da  Universidade de Concordia, no Canadá, publicado no periódico BMC Public Health. Segundo dados do estudo, 26% das pessoas que trabalham em ambientes altamentes estressantes já passou por consultas por problemas fisiológicos, mentais ou emocionais.

Para chegar às conclusões, os economistas analisaram dados da Pesquisa Nacional de Saúde da População Canadense (NPHS, sigla em inglês). Todos os participantes tinham entre 18 e 65 anos – maior parte da força de trabalho do país. O estudo incluía estatísticas como número de consultas, doenças crônicas, estado civil, renda, tabagismo e consumo de álcool.

“Existem evidências médicas de que o stress pode afetar adversamente o sistema imunológico, aumentando assim o risco de doenças”, diz Mesbah Sharaf, coautor do estudo. Segundo o pesquisador, diversos estudos já têm relacionado o stress a dores nas costas, câncer colo-retal, doenças infecciosas, problemas cardíacos, dores de cabeça e diabetes. “O stress no trabalho pode também aumentar os comportamentos de risco, tais como tabagismo, abuso de drogas e álcool, e desencorajar hábitos saudáveis, como atividade física e a alimentação balanceada.”, completa.

Custo do stress no trabalho – Estudos anteriores descobriram que o envelhecimento da população e a prescrição de drogas aumentam o preço dos cuidados com a saúde. Poucos estudos, no entanto, relacionaram os índices de stress do lugar de trabalho com os custos de saúde. “Os gastos com saúde no Canadá, como uma porcentagem do PIB, aumentou de 7% em 1980 para 10,1% em 2007”, informa Sunday Azagba, responsável pelo estudo..

Nos EUA, pesquisas recentes descobriram que 70% dos trabalhadores consideram seu local de trabalho como uma fonte significativa de stress, enquanto 51% relatam que o stress no trabalho reduz sua produtividade. “Estima-se que a utilização de cuidados com a saúde induzido pelo stress custa às empresas americanas 68 bilhões de dólares por ano e reduz seu lucro em 10%”, diz Sharaf.

As despesas totais em saúde nos EUA somam cerca de 2,5 trilhões de dólares, ou 8.047 dólares por pessoa. “Isso representa 17,3% do PIB de 2009 – um aumento de 9% em relação a 1980”, diz Azagba.

Menos stress – Os economistas alertam que reduzir o stress no ambiente de trabalho pode ajudar a reduzir o crescente gasto com saúde e fortalecer a moral dos funcionários. “Gerenciar o stress no trabalho também pode estimular outras vantagens econômicas, tais como aumento de produtividade entre os trabalhadores, além de reduzir o absenteísmo e diminuir a rotatividade de funcionários”, diz Azagba.

Ana Gequelin dá dicas do que usar no verão. Veja o top 4

Ana Gequelin começou no mundo da moda como modelo e foi recordista em capas de revistas e editoriais. Hoje, ela usa toda sua experiência no universo fashion para lançar sua marca de moda praia, escolha que se deu por uma questão de praticidade. “Eu já vejo portas abertas lá fora. No Brasil, a gente tem muita praia, muita opção para vender e, por isso, foi uma maneira mais fácil de iniciar”, revela.

A estilista listou com exclusividade para o site do Domingão os hits do próximo verão. Confira o top 4 da moda para 2012:

- Muitas cores: “Esse verão vai ser a mistura de todas as cores. Você pode misturar o pink com o laranja, com verde, com amarelo. Vai ser muito colorido, então é o momento de abusar. É uma coisa bem bonita, bem viva, bem a cara do Brasil.”

- Maiô: “O maiô está sempre em alta, porque é uma peça que pode até ser usada normalmente, como um body.”

- Pantalonas: “As pantalonas também vão estar em alta.”

- Acessórios: “Os acessórios vão vir fortes e também com muita cor.”

Ana Gequelin ainda faz um alerta: “O brilho vai dar um tempinho nesse verão, porque brilho e cor brigam entre si.”

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Designer inventa sandália de montar com 256 combinações diferentes

A estudante de design israelense Sharon Golan criou um par de sandálias modular, que conta com quatro pedados em separado. Os pedaços são mantidos juntos no pé com tiras de borracha de silicone. A invenção permite que o cliente substitua qualquer componente do calçado, podendo criar um total de 256 combinações diferentes.

Antirretroviral pode reduzir risco de infecção pelo HIV, destaca imprensa

Os principais jornais e sites destacaram dois estudos apontando que o uso de antirretrovirais pode reduzir pela metade a chance de infecção pelo HIV entre os heterossexuais.

Agência de Notícias da Aids divulgou as pesquisas nesta quarta.

Leia a seguir reportagem da Folha de S.Paulo.


Comprimido diário pode reduzir risco de infecção pelo HIV

Dois estudos feitos na África, apresentados ontem, mostram que o uso de remédios antirretrovirais reduz o risco de infecção entre casais heterossexuais. Os resultados somam-se às evidências crescentes de que os medicamentos prescritos desde os anos 1990 para tratar pessoas com aids também podem reduzir as chances de infecção.

Em novembro do ano passado, um estudo feito no Brasil pela Fiocruz, em parceria com a USP e a UFRJ, usando o remédio Truvada, já havia mostrado resultados semelhantes em homossexuais.

O maior dos dois novos estudos examinou 4.758 casais no Quênia e em Uganda, em que um dos parceiros era HIV positivo e o outro, negativo.
Os parceiros negativos que tomaram o Tenofovir registraram uma média de 62% de infecções a menos.

Para os casais que tomaram o Truvada, que combina o Tenofovir e o Emtricitabine, o risco de infecção foi reduzido em 73% no ensaio clínico, feito por pesquisadores da Universidade de Washington.

A segunda pesquisa, envolvendo pouco mais de 1.200 homens e mulheres em Botsuana, descobriu que tomar um comprimido do Truvada por dia reduziu o risco de infecção pelo HIV em 62,6%.

“Os resultados divulgados agora são muito importantes e corroboram estudos anteriores feitos com a população de homossexuais masculinos e de mulheres com alto risco de adquirir a infecção pelo HIV”, diz a infectologista Valdiléa Veloso, da Fiocruz, que liderou o estudo feito no Brasil em 2010.

Ressalvas

Mas Veloso diz que, como esses estudos foram feitos em populações com alto risco de adquirir o HIV, os resultados não podem ser generalizados para a população geral.

Marcelo Freitas, gerente da coordenação de cuidado e qualidade de vida do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, faz a mesma ressalva.

“Na pesquisa, trata-se de um grupo controlado que recebe orientações sobre camisinhae faz testes mensais de HIV. Não dá para dizer qual é a contribuição do remédio, da aderência ao tratamento ou do uso do preservativo.”

Freitas diz ainda que não há estimativas do custo-benefício do uso dos antirretrovirais como prevenção.

Fonte: Fonte: Folha de S.Paulo

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